17 abril 2009

Mirada Despierta Sonolenta

15 abril 2009

El Fuelle de La Vitrina

Fuelle rezonguero

Este trabajo celebra el encuentro entre tres artistas, una casa y la ciudad que temporalmente las aloja.

Es una pieza para sitio específico realizada mediante técnica de animación cuadro por cuadro. Transforma la vitrina en una ventana, en la que cortinas plegables suben y bajan al ritmo del paisaje sonoro diseñado con la colaboración del músico antioqueño José Gallardo. A través de la ventana se ve el cielo, que se mueve también, sumando otra línea instrumental al concierto urbano de la Calle 15.

La claraboya que ilumina Lugar a Dudas baila de acuerdo con los continuos movimientos que atraviesan el espacio que nos acoge como residentes. La atmosfera musical de Cali y su espíritu efervescente toman forma en la arquitectura del hogar y transforman nuestra abertura al cielo en ecualizadores y fuelles. El techo de la casa se dispone para que juguemos con él. Ya no quiere ser apenas un sitio por donde pasan la luz, la lluvia y el viento. El que de tantas personas y películas es testigo, ahora quiere brillar y tocar su música. Quiere dejarse ver de otro modo, convertirse en ventana para mirar de frente y de cerca a quien lo mira.

Dos cosas movilizan nuestra labor: el paisaje que permanece susceptible a cambios mínimos y el entorno musical que ofrece la ciudad. Algo próximo, propio del espacio que temporalmente habitamos, transformador de nuestra percepción del día y la noche. Un hábitat apacible ubicado en la mitad de la casa, atravesado por visitantes que saludan nuestra mecánica y simple labor: Remar el techo con su cielo luminoso, en nuestros oídos la continua fricción entre guaya y toldo. Caída la noche se suman ritmos de salsa y aparece una banda sonora.
Las referencias musicales y cinéfilas atraviesan la obra con la levedad de la brisa que sopla al anochecer. Los toldos del patio se pliegan arriba y abajo como velas. Jugamos a irnos de viaje por el cielo de Caliwood, como unas sobrinas lejanas de Georges Méliès. La ilusión del movimiento autogenerado se logra por medio de un truco digno del director del “Teatro del Ilusionismo” y la fragmentación con la que nos enfrentamos al producir la imagen es semejante al ritmo quebrado que acompasa estas calles.
Toda la arquitectura de la obra involucra procedimientos que fraccionan lo que era un continuo temporal para recomponerlo en un relato que da cuenta de cómo nuestra subjetividad hace del mundo morada. La toma de cada trayecto de cielo, el paso de cada fotograma, la permanencia de cada transeúnte, el período de exhibición, el de la residencia. El tiempo se comprime y descomprime de acuerdo a nuestra disponibilidad para aproximarnos. Y por ese poder veinticuatro horas se vuelven tres minutos o 20 días.

Qué viva la música!


Carolina Cortés, Leandra Plaza y Marcela Sinclair

Agradecemos especialmente a José Gallardo, Luis Hernández y a todos los que hacen Lugar a Dudas

13 abril 2009

Cartelera Lugar a Dudas

Parceria

Las Residentas

conversa suspendida

Puerco relleno de historias

Puerco relleno de arroz


Hoje

a complicação vem por bem

Certamente, não será este um dos dias mais fáceis de sua vida. Porém, pense assim, os tempos fáceis e descomplicados são aqueles nos quais sua única tarefa consiste em preservar o que já está em andamento.

Do outro lado, os tempos difíceis e complexos serão sempre os que trazem em seu ventre o germe de novas situações, as quais, por não ter ainda se acomodado naquilo que você chama de sua vida normal, produzem contratempos e tensão.

É comum fantasiar que lá no céu, no mundo dos deuses, a vida seja simples e sem tensão. Isto é um erro, para fazer parte ativa do colossal circuito de distribuição de Vida, que é o próprio Universo, gera-se uma tensão crescente. Deuses são os que suportam tensões que, para nós, não seriam apenas inimagináveis como insuportáveis e destrutivas também.

Por isso, apesar de não ser emocionalmente possível ainda dar as bem-vindas à tensão, considere a possibilidade desta vir para o seu bem e em nome de tudo que você ambiciona.

Hoje, um dia tenso e complicado, tem em seus bastidores uma circulação maior de Vida, à disposição de quem se atreva a ir além das queixas e se dispor a fazer o necessário para tornar-se uma alma distribuidora de Vida também.

por Oscar Quiroga em www.quiroga.net

09 abril 2009

Diapositivas (o que chamamos anglicanamente de slides)



Después del almuerzo


Monica, Juan, Marcela y Sally

Luna Lunar


Dulce de 3 leches (ou o velho e bom pudim de leite)



Leche condensada, crema de leche y leche entera.

07 abril 2009

Cu do mundo


Una foto de Marcela Sinclair.

Bonita resistência ao imperialismo telefônico




Outra coisa genial típica da Colombia é a venda de minutos de celulares na rua. Em quase toda esquina tem alguém com 2 ou 3 ou 4 celulares disponíveis para quem quiser ligar. São como orelhões humanos. Tu te aprochega, pede pra usar, marca o número, fala e depois o moço vê quanto tempo durou a ligação. 200 pesos o minuto é como 0,25 reais. Sai muito mais barato ligar na esquina do que comprar o cartão de celular pré-pago, com minutos que custam o dobro ou mais do que no pós-pago, para carregar seu telefone. E pra quem tem celular de conta, também vale a pena, porque os orelhões móveis oferecem um custo mais baixo, já que têm um plano que prevê muitíssimos minutos por mês. Uma subversão do sistema que emprega gente e ainda promove a convivência humana. Lindo, eu diria. Adoro ver a Estrela da Morte rebolar.

Existem mil maneiras de preparar neston. Invente uma.


O suco de borojo (se diz bororrô) é feito com uma fruta local e vendido na rua como um superafrodisíaco. Misturam com leite na liquadora (liquidificador em simples e bom castelhano) e vendem por 1000 pesos o copo, algo como 1 real. É rico, delicioso, e tem gosto e cor de iogurte de Neston, aquele laranjinha de beber.

06 abril 2009

Pensamentos aquáticos

La Galeria (o mercado público)



A terra situada abaixo do Cruzeiro do Sul abunda como poucas outras.